Guaritas e portarias de condomínios

Um bom ambiente de trabalho ajuda na eficiência e mantém o condomínio em segurança.

A violência nas grandes cidades só aumenta e, com isso, há também uma onda de assaltos a condomínios, que não para de crescer. Por isso, todos sabemos que  proteger o condomínio não é tarefa fácil: depende de aplicação do síndico, colaboração dos condôminos, uma boa orientação aos funcionários, além dos equipamentos de segurança.

Uma das funções mais subestimadas no condomínio é a do porteiro. Não é fácil fazer seu serviço com agilidade e segurança, sem medo de errar, estando atento a tudo que acontece nas entradas do empreendimento e nas suas imediações.

Liberar moradores, funcionários e prestadores de serviço é uma enorme responsabilidade, seja de manhã ou de noite.

O funcionário da noite ainda tem que escapar do sono, um problema que pode deixar o condomínio mais vulnerável a invasores.

Há também que se ter uma preocupação com a guarita. O local deve oferecer um mínimo de infraestrutura para o funcionário trabalhar com eficiência.

Para preservar a segurança do condomínio e do funcionário, é preciso que a guarita esteja instalada em um local com visibilidade total das principais entradas.

A iluminação deve ser bem pensada, de forma que o porteiro consiga identificar quem está na entrada do prédio. É fundamental que as dependências do condomínio sejam bem iluminadas, a fim de desestimular a ação de infratores da lei.  Aconselha-se utilizar luminárias e holofotes, podendo ser complementado por sensores de presença.

Segredo é ter profissionais / prestadores de serviço treinados.

Economia em segurança muitas vezes significa dor de cabeça futura. Há diversas opções de equipamentos de segurança, desde simples circuitos internos de TV a sofisticados sensores de infravermelho invisíveis aos criminosos. No entanto, é essencial que os profissionais sejam treinados e saibam como tirar melhor proveito da tecnologia oferecida.

Empresas especializadas mantêm consultoria em segurança para adequar a necessidade do condomínio à variedade oferecida pelo mercado. Juntos, especialistas, moradores, síndicos e profissionais podem definir as regras do sistema de segurança do condomínio e especificar os deveres de cada um.

É normal ver casos em que os profissionais são antigos e de extrema confiança dos moradores, porém analfabetos ou semianalfabetos, está mais do que na hora de ajudá-los, a realizar no mínimo um curso de alfabetização, talvez por isso mesmo, costumam rejeitar cursos, reciclagens, etc…

A amizade em alguns edifícios entre moradores e profissionais, chega ao ponto de achar normal que o Porteiro noturno durma, assista televisão, leia jornal, revistas. Trazendo total distração ao profissional.

O condomínio mais vulnerável é aquele que apresenta mais ‘buracos’ em seu sistema. De nada adiantam equipamentos ultramodernos e instalações físicas impenetráveis se as pessoas não seguem procedimentos básicos de prevenção aos crimes.

Para evitar os roubos, uma comissão de segurança pode ser montada pelo condomínio para divulgar as normas aos moradores e fiscalizar seu cumprimento. A comissão também seria responsável pela organização de reuniões, treinamentos e palestras no condomínio, buscando o apoio das autoridades, para os problemas e principais delitos no bairro, lembre-se o condomínio é sua comunidade, porém está inserido no bairro, não adianta só pensar dos muros pra dentro, tem de ser como um todo, eliminando ao máximo as “brechas” do sistema de segurança.

Quais procedimentos são adotados em seu condomínio? Conte pra gente!!